• A proporção de abelhas fêmeas em comparação com abelhas machos numa colméia é de 1,618; • A proporção que aumenta o tamanho das espirais de um caracol é de 1,618;
• A proporção em que aumenta o diâmetro das espirais sementes de um girassol é de 1,618;
• A proporção em que se diminuem as folhas de uma árvore à medida que subimos de altura é de 1,618.
E não só na Terra se encontra tal proporção. Nas galáxias as estrelas se distribuem em torno de um astro principal numa espiral obedecendo à proporção de 1,618 também. Por isso, o número Phi ficou conhecido como A DIVINA PROPORÇÃO. Porque os historiadores descrevem que foi a beleza perfeita que Deus teria escolhido para fazer o mundo.
Bom, por volta 1500 com o Renascentismo à cultura clássica voltou à moda. Michelangelo e, principalmente, Leonardo da Vinci, grandes amantes da cultura pagã,colocaram esta proporção natural em suas obras. Mas Da Vinci foi ainda mais longe; como cientista, pegava cadáveres para medir a proporção do seu corpo e descobriu que nenhuma outra coisa obedece tanto a Divina proporção quanto o corpo humano... obra prima Divina.
Por exemplo:
· Meça sua altura e depois divida pela altura do seu umbigo até o chão; o resultado é 1,618.
· Meça seu braço inteiro e depois divida pelo tamanho do seu cotovelo até o dedo; o resultado é 1,618.
· Meça seus dedos, ele inteiro dividido pela dobra central até a ponta ou da dobra central até a ponta dividido pela segunda dobra. O resultado é 1,618;
· Meça sua perna inteira e divida pelo tamanho do seu joelho até o chão. O resultado é 1,618; A altura do seu crânio dividido pelo tamanho da sua mandíbula até o alto da cabeça. O resultado 1,618;
Da sua cintura até a cabeça e depois só o tórax. O resultado é 1,618; (Considere erros de medida da régua ou fita métrica que não são objetos acurados de medição).
Cada osso do corpo humano é regido pela Divina Proporção. Seria D’us, usando seu conceito maior de beleza em sua maior criação feita á sua imagem e semelhança?
Coelhos, abelhas, caramujos, constelações, girassóis, árvores, arte e o homem; coisas teoricamente diferentes, todas ligadas numa proporção em comum. Então até hoje essa é considerada a mais perfeita das proporções.
Meça seu cartão de crédito, largura/altura, seu livro, seu jornal, uma foto revelada. (sempre considere erros de medida da régua ou fita métrica). Encontramos ainda o número Phi nas famosas sinfonias como a 9ª de Beethoven e em outra diversas obras.
Mera coincidência?
Prefiro pensar em um conceito de Unidade com todas as coisas sendo cada vez mais reveladas para nós apenas esperando abrirmos os olhos e reconhecermos as maravilhas da Divina Proporção.
Informações ótimas retiradas do site que recomendo : http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/divina/home.html
domingo, 14 de novembro de 2010
Em busca do conhecimento
É incrível a extensão de informações novas que aprendo com leituras diversas. O livro que está me viciando cada vez mais nos últimos dias é o Código da Vinci (embora que, descordo nos quesitos descritos no livro sobre questões religiosas) sinceramente, não imaginava que o apreciaria tanto, ele está me dando base para novas pesquisas, só por curiosidade própria, que, portanto, os tópicos que mais me intrigaram e prenderam minha atenção, postarei futuramente, breves noções dos mesmos.

" O Código Da Vinci está muito acima do mero romance policial inteligente. É genial."
Nelson DeMille
" Impossível parar de ler. Extraordinariamente talentoso. Fascinante e divertido... uma proeza considerável."
Washington Post
" O Código Da Vinci está muito acima do mero romance policial inteligente. É genial."
Nelson DeMille
" Impossível parar de ler. Extraordinariamente talentoso. Fascinante e divertido... uma proeza considerável."
Washington Post
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A Incontestável Verdade
O ambiente em que se vive é bastante controverso, por ser marcado por diversos contrastes. É rico em exatamente tudo que se precisa para sobreviver, mas já se passou o tempo em que seres humanos e a natureza conciliavam a dádiva da vida em harmonia. A cobiça, anseio e pretensão de almejar bens a todo custo, está resultando em sérios problemas.
Este ecossitema é magistral, funcionando em uma impecável sintonia. Oferece o ar, o solo e a água, componentes absolutos e vitais, que se ligam em um ciclo perfeito que os residentes da Terra (em sua maioria), obstruem sem nenhuma consciência.
Entretanto, caro leitor, a sociedade humana não é a única a habitar esse planeta, há também os animais, criaturas, que embora inferiores no quesito consciente, noto que são muitíssimo mais harmoniosos com o seu habitat do que os denominados "superiores" seres humanos.
A sociedade humana é determinada por vários contrastes e fatores entre as pessoas, pois não vivem em igualdade.
Há pessoas que são desprovidas de uma vida digna, pois não possuem se quer o que é básico, como moradia, educação e saúde de qualidade. Também há aquelas que com trabalho e luta conseguem viver com simplicidade. Outras desfrutam de uma vida estável e confortável. E "acima", as que podem usufruir do que os homens julgam como prioridade e tudo o que esse planeta tem de melhor a oferecer. É a necessidade de se sobressair entre os demais, acumular bens, custe o que custar. Do poder e do ser.
Mas por quê? Toda a humanidade é dotada com o dom da vida, não seria correto ter direitos iguais?
Como coletivo, há leis e deveres a serem seguidos. Elege-se numa democracia: prefeitos, governantes e presidentes, que deveriam fazer de todo o seu possível para ajudar a ter mais igualdade, mas infelizmente não é isso que é sucedido.
Além de tudo, são criados itens que prejudicam a atmosfera, lançando gases poluentes; e dia após dia, ano após ano, vão gerando um acúmulo, resultando na abertura da camada de ozônio, que, consequentemente está aquecendo cada vez mais o planeta. Implicando também uma natureza em revolta, com tornados, furacões, ciclones, enchentes, terremotos e até ondas gigantes.
Como se pode notar, o planeta Terra tem o tipo de habitante que destrói tudo que lhe foi proporcionado para sua vida, e de seus descendentes futuros; uma permanência que poderia ser sublime, se não fosse pela irrevogável falha humana, tudo pela necessidade de ser fera.
Para formar pessoas conscientes do futuro, felizmente as escolas lutam para formar melhores cidadãos, construindo a educação (juntamente, claro, com a participação fundamental dos pais) das crianças em desenvolvimento para que, não cometam os mesmos erros dos pais e antepassados, que formaram este ambiente de convivência tão absurdo.
Crê-se que a nova geração, que estuda e vivencia todo esse caos, crie uma consciência diferente do que os ancestrais, pois os jovens e crianças são quem vai mudar (com certeza para melhor) o futuro da espécie.
Amanda Franzoi - 10/11/10.
Este ecossitema é magistral, funcionando em uma impecável sintonia. Oferece o ar, o solo e a água, componentes absolutos e vitais, que se ligam em um ciclo perfeito que os residentes da Terra (em sua maioria), obstruem sem nenhuma consciência.
Entretanto, caro leitor, a sociedade humana não é a única a habitar esse planeta, há também os animais, criaturas, que embora inferiores no quesito consciente, noto que são muitíssimo mais harmoniosos com o seu habitat do que os denominados "superiores" seres humanos.
A sociedade humana é determinada por vários contrastes e fatores entre as pessoas, pois não vivem em igualdade.
Há pessoas que são desprovidas de uma vida digna, pois não possuem se quer o que é básico, como moradia, educação e saúde de qualidade. Também há aquelas que com trabalho e luta conseguem viver com simplicidade. Outras desfrutam de uma vida estável e confortável. E "acima", as que podem usufruir do que os homens julgam como prioridade e tudo o que esse planeta tem de melhor a oferecer. É a necessidade de se sobressair entre os demais, acumular bens, custe o que custar. Do poder e do ser.
Mas por quê? Toda a humanidade é dotada com o dom da vida, não seria correto ter direitos iguais?
Como coletivo, há leis e deveres a serem seguidos. Elege-se numa democracia: prefeitos, governantes e presidentes, que deveriam fazer de todo o seu possível para ajudar a ter mais igualdade, mas infelizmente não é isso que é sucedido.
Além de tudo, são criados itens que prejudicam a atmosfera, lançando gases poluentes; e dia após dia, ano após ano, vão gerando um acúmulo, resultando na abertura da camada de ozônio, que, consequentemente está aquecendo cada vez mais o planeta. Implicando também uma natureza em revolta, com tornados, furacões, ciclones, enchentes, terremotos e até ondas gigantes.
Como se pode notar, o planeta Terra tem o tipo de habitante que destrói tudo que lhe foi proporcionado para sua vida, e de seus descendentes futuros; uma permanência que poderia ser sublime, se não fosse pela irrevogável falha humana, tudo pela necessidade de ser fera.
Para formar pessoas conscientes do futuro, felizmente as escolas lutam para formar melhores cidadãos, construindo a educação (juntamente, claro, com a participação fundamental dos pais) das crianças em desenvolvimento para que, não cometam os mesmos erros dos pais e antepassados, que formaram este ambiente de convivência tão absurdo.
Crê-se que a nova geração, que estuda e vivencia todo esse caos, crie uma consciência diferente do que os ancestrais, pois os jovens e crianças são quem vai mudar (com certeza para melhor) o futuro da espécie.
Amanda Franzoi - 10/11/10.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Minha crônica para a Olimpíada de Português.
Sucessão de dias
Olho no relógio... faltam apenas alguns minutos. Finalizo os últimos exercícios de matemática, e chega o momento tão aguardado: o sinal para o intervalo.
Dirijo-me à fila da cantina; todavia, "fila" é uma denominação por sua vez incorreta, pois não é isso que ocorre.
Aguardo pacientemente em meu respectivo lugar, mas logo percebo que, infelizmente, sou uma das únicas da minha escola que realiza tal proeza.
Estudantes astutos (porque não dizer corruptos?), que em vez de formarem fila e a respeitarem, vão em direção a seus colegas do começo da mesma, para se infiltrarem ali, sem pudor nenhum. O mais chocante é ver todos, aparentemente, fechando os olhos para este acontecimento.
Sentimento de inconformismo toma conta de meu corpo. Tento apaziguar minha revolta, olhando para o céu nublado, completamente acinzentado, mas não alivia nada, pois minha cidade - Joinville - é um encanto, mas o inverno não perdoa. Os dias são geralmente chuvosos.
Como se já não fosse suficiente, uma garota corta a fila, sim! Bem diante de mim! Não consigo resistir ao impulso e chamo sua atenção, indagando:
-- Com licença! Você está cortando a fila?!
-- Sim, querida! Estou cortando a fila!
E ainda com um sorriso de deboche, vira e sussurra:
-- Tola politicamente correta...
Respirei fundo.
Transcorrido algum tempo, comprei minha barra de cereal, como de hábito, mas mesmo assim, minha indagação era cruel com meu cérebro.
Paro para refletir sobre a cena decorrida. Minha cabeça estava na velocidade da luz, fazendo mil perguntas e, cada uma delas, provocando mais aversão àquela atitude incoerente para cidadãos em formação. Primeira indagação, dentre muitas, foi tentar verificar onde estavam todos os princípios éticos e morais daqueles estudantes. Claro que poderia creditar aquela atitude pueril à praticidade e à rapidez para poder aproveitar mais o pouco tempo disponível, mas isso equivale a ultrapassar os limites e a passar por cima dos direitos dos outros. Algo que deveria ser inadmissível!
Esse acontecimento me levou a compará-lo a outro episódio. Sabe aquela decrépita história do lixo no chão? Pois é! Mesmo sabendo que é incorreto e irá trazer prejuízo ao planeta, o indivíduo relapso ignora os princípios básicos estabelecidos e polui. Polui a vida e provoca a morte.
O intervalo acabou. Concluo meu raciocínio, percebendo que é por pequenos (será?) atos que vejo realmente quem é cada ser humano, tanto de meu pouco convívio direto, quanto daqueles que residem em minha vida. Medito, ainda... como vou denunciar minha angústia?
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Diga não ao Preconceito
Análise da crônica: “Da Série: Casamento e Suas Metáforas”
Crônica obtida da seção anexos, jornal ANotícia.
O autor, em minha opinião tanto utilizou um assunto do cotidiano, sendo um casal a fazer uma caminhada por necessidade de exercício físico, como faz menções um tanto peculiares, pensamentos de matar sua parceira. Quanto às elementos básicos da narrativa, está de uma maneira um tanto quanto confusa, pois suas sequências de idéias não propagam para um fim.
O cronista manteve o ponto de vista até o final em primeira pessoa.
Quando primeiramente li o título, pensei que se trataria de uma ação corriqueira do dia a dia de um casal, mas o desfecho, no entanto, não foi este.
Nesta crônica, há uma visão, diria até que grosseira do autor a respeito do que se é enfocada na crônica.
Não há nenhuma observação que sirva como reflexão para o leitor em momento algum.
Esta crônica além de não ter seu deslanche para um fim, chega até ser cruel, o que me levou a não apreciar esta crônica. Com um pitada de humor (mesmo que grosseira) é uma crônica que fica com pensamentos no ar, sem ser finalizada com uma final que se possa ser esclarecida a seu leitor.
Crônica obtida da seção anexos, jornal ANotícia.
O autor, em minha opinião tanto utilizou um assunto do cotidiano, sendo um casal a fazer uma caminhada por necessidade de exercício físico, como faz menções um tanto peculiares, pensamentos de matar sua parceira. Quanto às elementos básicos da narrativa, está de uma maneira um tanto quanto confusa, pois suas sequências de idéias não propagam para um fim.
O cronista manteve o ponto de vista até o final em primeira pessoa.
Quando primeiramente li o título, pensei que se trataria de uma ação corriqueira do dia a dia de um casal, mas o desfecho, no entanto, não foi este.
Nesta crônica, há uma visão, diria até que grosseira do autor a respeito do que se é enfocada na crônica.
Não há nenhuma observação que sirva como reflexão para o leitor em momento algum.
Esta crônica além de não ter seu deslanche para um fim, chega até ser cruel, o que me levou a não apreciar esta crônica. Com um pitada de humor (mesmo que grosseira) é uma crônica que fica com pensamentos no ar, sem ser finalizada com uma final que se possa ser esclarecida a seu leitor.
Crônica
Roteiro para a leitura da crônica:
1- O autor tratou de um assunto cotidiano? Utilizou os elementos básicos da narrativa?
2- A opção do ponto de vista (1ª ou 3ª pessoa) foi mantida até o final?
3- O título e o desfecho estão interessantes?
4- Há uma visão pessoal do autor a respeito do que é enfocado na crônica?
5- Há alguma observação que sirva como reflexão para o leitor?
6- Outras observações.
1- O autor tratou de um assunto cotidiano? Utilizou os elementos básicos da narrativa?
2- A opção do ponto de vista (1ª ou 3ª pessoa) foi mantida até o final?
3- O título e o desfecho estão interessantes?
4- Há uma visão pessoal do autor a respeito do que é enfocado na crônica?
5- Há alguma observação que sirva como reflexão para o leitor?
6- Outras observações.
Assinar:
Postagens (Atom)